Anabark, Before the rain (AGO2012)
Como se o tempo que está por vir fosse mais importante do que tudo o que já conheço, procurei desenhar momentos à escala do possível, brincar com ideias de coisas por fazer e ter fé no amanhã que sonhei nas entrelinhas do desejo. E enquanto assim me tinha ocupada, uma certeza tomou forma concreta e definida: é preciso querer para poder e só podemos aquilo que decidimos querer. E querer é acreditar muito e nunca desistir nem ceder a caminhos fáceis. O difícil desanima e desencoraja mas, no fim, será certamente o mais feliz e recompensador. E é preciso ousar para lá chegar e sofrer para reconhecer a diferença. Desistir é deitar fora a oportunidade de saber aceitar e vencer o desafio que a vida nos propõe nesta breve passagem por aqui.
6 comentários:
Sim, a cobardia paga-se: as oportunidades perdem-se e o tempo, impiedoso, apaga-nos...
Paula disse...
As zonas de conforto são isso mesmo: desistir de viver.
Bjo
O fácil é confortável e a maioria fica-se nesse conforto por comodismo. Ganha-se o previsível, perde-se a paixão. São muitos neste registo. Raros, e por isso, apaixonantes, são os que não desistem do difícil, esses são gente com garra que aceitam o desafio da vida. É muito inspirador, e revelador também, o texto que escreveste! :)
Bjos
Su,
E perdemos pessoas como quem perde objectos...
Paula,
As zonas de conforto são redomas de vidro. A vida acontece na superação dos desafios e obstáculos. :)
Beijos
Cat.,
Obrigada pelo encontro de ideias, subscrevo o que escreveste! :)
Beijos.
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