Mostrar mensagens com a etiqueta 1 Fevereiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1 Fevereiro. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de fevereiro de 2015

De preto no branco

Anabark, Museu, [2013]

Tão fácil... mas sem o final feliz dos filmes antigos.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Face to face

Ellen Jantzen, Transplanting Reality; Transforming Nature

"...Another life 
another time
We're Siamese twins writhing intertwined 
Face to face
no telling lies 
The masks they slide to reveal a new disguise..."

in 'Face To Face' by Siouxsie And The Banshees 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ao vivo

João Castitlho, Tempero Series

...Porque as palavras são pequenas...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O dia em que a terra parou

Mitch Dobrowner, Hiprock Storm, Navajo Nation, NM, 2008

Num outro tempo, num outro mundo, hoje foi o dia!...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Hoje é o dia

Roe...Untitled, 2010

O dia, não hoje mas também, começou no futuro, isto é, com a ansiedade do que estaria para acontecer depois de amanhecer. Para além das palavras, não te sabia mais do que te escrevias e te descrevias e me partilhavas. Tentei a noite inteira adivinhar-te a voz, a presença, um gesto que fosse, qualquer coisa para me sossegar as horas e adormecer num esboço ameno do dia seguinte. Passaram cinco anos e hoje é o dia do futuro que não me deixou adormecer nessa noite. Hoje é o dia e o futuro, ainda, é um mundo inteiro por descobrir para o resto da nossa vida.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Podemos almoçar?...

Barry Green, Helical Pink, 2006

Não foi há muitos anos, mas já passaram alguns. Não temos muito tempo, mas temos uma outra vida. Podia ter sido ontem, lembro-me como se tivesse sido hoje, há poucas horas atrás. Podia ser amanhã e eu saberia reconhecer-nos, como me reconheceste da primeira vez. Seria fácil, como foi quando inesperadamente nos chegámos. Seria fácil hoje, amanhã, sempre. Porque há momentos instintivos, como nascer, respirar e morrer. Reconhecer-nos esse instinto de quem se acolhe na manta quente que corpo e alma sempre precisaram e nunca antes desse dia nos embrulhou, é renascer, crescer e viver. A vida só existe nesse acto instintivo que reconhecemos como Amor. Foi neste dia que te conheci e, reconhecendo-te, conheci-me. De forma inesperada, aprendi a respirar e a correr riscos pelo prazer de viver. Viver é amar-te e continuar a reconher-nos todos os dias.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Sem prazo de validade

George V' Myer, Rock Forms series II

Hoje conheci-te porque ontem nos encontrámos e quero estar contigo amanhã. E assim por diante, até somarmos muitos 'hoje' a abraçar o dia de amanhã com a mesma ansiedade do primeiro dia do resto das nossas vidas. Hoje conheci-te há mais de mil dias, todos únicos porque no Amor nada se repete, tudo engrandece e cresce, tudo se torna mais inteiro e eloquente na forma de sentir. Hoje, que estou mais crescida, tenho o nosso tamanho e nós temos uma vida inteira feita pela medida do Amor, que já era antes e será também depois de nós. Amar é o único verbo que nós conjugamos no infinito.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Primeiras impressões


'Vês como foi fácil...' a primeira frase que te ouvi, as primeiras palavras no momento em que os nossos olhos se encontraram, a primeira imagem em que te recordo são hoje o meu primeiro pensamento ao acordar. Hoje é um dia diferente e será sempre assim para o resto da minha vida, porque hoje estamos aqui onde não imaginámos há setecentos e trinta dias atrás. Hoje somos um universo inteiro que se expande cada vez mais infinito, somos um caminho, um sentido, uma vida que se cumpre, rara e única no encontro com o Amor. Não passou muito tempo, foi quase ontem, mas quero poder dizer que já passaram muitos anos depois disso, porque merecemos e porque acreditamos na nossa história com princípio mas de final impossível. O tudo em que vamos acontecendo é para sempre porque todos os dias é mais, muito mais do que as palavras explicam. Porque o Tempo passa e somos infinitamente mais Amor e paixão que não sossegam nem de noite nem de dia. Quem ama verdadeiramente não tem horas nem dias de calendário, quem ama mede o tempo pela vazio da ausência e perde-se nas saudades que quase matam e na ansiedade de voltar ao abraço de quem espera com igual desassossego embrulhado na mesma intensidade. Assim te sinto eu, ontem, hoje e amanhã. Assim aninhamos nós as noites no corpo incendiado. Assim nos descobrimos um sempre que começou no dia de hoje há dois anos atrás. Quero-te tudo, sempre mais do que ontem.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Cinemateca, 12H40

François Boyer, Les Portes du Paradis

«Constants are Changing»
«Aurora»
Um ano - cinco meses plenos, sete meses vazios
Um perfume que o vento não devolve
Estou cansada do não e do nada de quem nada faz por amor.
Um beijo meu. Always.
A.