quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Recreio

Stu, Two little boys, 2006


Se horas de ócio houvesse entre os minutos que passam contados e cheios de urgência, o mundo seria infinitamente mais bonito pelo que poderia sonhar-te sem pressas, antecipando a vida em tempo real. Os momentos que nos invento nos intervalos de nós são paisagens de férias nos dias de cansaço irremediável que nos envelhecem no desespero das horas que, passando, não nos trazem uma à outra. Encosto-me, por agora e durante quase todo o dia, nesta pausa de tempo para te dar conta do que me custa este longe do abraço onde me aguardas e eu te guardo quando, à noite, nos regressarmos para renascer em todas as madrugadas.

4 comentários:

White disse...

Afinal, na vida, os intervalos é que interessam,,,,

bjs

Always disse...

White,

:) Dizes bem, e olha, o que entre os intervalos se passa e não nos prende a atenção, não vale a pena!

Uma abraço para ti também e bom-fim de semana

S-Kelly disse...

Haja a noite para o reencontro e para o longo e amplo abraço de sete braços e mais um (infinito)...

Ps: tens um desafio lá na minha casa :-)

Always disse...

S-Kelly.

Pois, um abraço 'à polvo' ainda mais envolvente, pois! LOL

Quantos às 'taras e manias' vou seleccionar as menos comprometedoras para não ferir sensibilidades... ;)

Um abraço