sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Quero-te

Idle Hands, Te quiero

Quero-te, muito, talvez mais do que no tempo em que não te tinha e obsessivamente sonhava em voltar a ter-te. Quero-te sem peso nem medida, mais do que tudo porque o meu tudo és tu e quero que sejas infinitamente o Amor da minha vida e depois disso também. Querer-te tão completamente nunca é suficiente, porque quero sempre mais, quero-te um universo sem fim e o centro da terra ao mesmo tempo e amar-te assim, incondicionalmente e sem contradição. Quero-te hoje a adormecer como amanhã em corpo vivo. Quero-te ontem e depois de amanhã e sempre, mesmo tendo-te sempre aqui comigo. Quero-te para além de mim, intemporalmente, porque o meu querer é perfeito e transcende o meu próprio fim. Não sei sentir-te menos nem imagino um querer mais forte. Amar-te é esquecer-me de dormir distraída pela força indomável que és em mim.

6 comentários:

Presença disse...

Este amar encarnado... k tem carne e uma identidade.

bjo
boa semana

mots a la bouche disse...

Este blogue é delicioso de se ler..poesia pura...amor....amor...amor

Beijo

Always disse...

Presença,

Encarnado, sim, a cor feita do corpo, alma e coração.

Bjo

PS - Não me esqueci do desafio...

Always disse...

Mots à la mouche,

O Amor é um poema em termos absolutos.

Bjo

PS- Obrigada pela atenção e sê bem-vinda ao 'Copo'!

Mayah disse...

"e porque não falar de amor se no final é só isso que vale a pena?"

muito lindo. tem um "quê" de vinicius aí. adorei, parabéns.

Always disse...

Obrigada Mayah pelo seu comentário. É sempre bem-vinda por aqui.

Uma abraço