sábado, 5 de novembro de 2011

Cuidados intensivos

Anabark, Restos (JUN2010)

Soubesse eu que o Amor era tudo e nada depois do adeus!... Não teria amado mais porque isso não seria possível. Não teria amado melhor porque não há fórmulas acertadas de amar. Soubesse eu o que aprendi depois de tudo e teria estado mais atenta para aprender mais ainda. Porque errar todos erramos, desiludimos e desiludimo-nos, ninguém é perfeito por muito que se deseje essa perfeição e se procure, ingenuamente, nos outros. Mas no fundo, o que aprendi neste atropelo de (in)certezas e sentidos foi que, ao Amor é fundamental a atenção: escutar para além das palavras, ver para além do visível, perceber para além do óbvio. No Amor não podemos ser distraídos, o Amor requer cuidados a tempo inteiro, como se corresse, a cada instante, perigo de vida. Porque o Amor é um estado de urgência impossível de controlar. Deixando do o ser, deixa de ser fogo, deixa de ser ferida... e deixa de ser Amor.

6 comentários:

L.S. disse...

De facto, não se pode ser distraído...

Adriano Silva disse...

bacana.faz refletir.

passo depois pra gente conversar, abraço e até logo

Always disse...

L.S.
Nem distraído nem egoísta!...

Always disse...

Cá o espero, Adriano! :)

Abraço até lá...

whitesatin disse...

Disseste tudo! :)

Always disse...

Não disse, Nat, há tanto ainda por dizer... :)

Abraço!